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      Notícias sobre medicamentos

    • Uso de Voltarem e Cataflan aumenta risco de ataque cardíaco
      15/9/2006
      Rio - Um estudo publicado num importante jornal médico americano concluiu que o diclofenaco, um dos antiinflamatórios mais receitados do mundo e princípio ativo das marcas Cataflam e Voltaren, pode aumentar em até 40% os riscos de ataque cardíaco e morte súbita. Laboratório responsável pela fabricação dos dois remédios, o Novartis respondeu que o levantamento não traz evidências que justifiquem a interrupção do tratamento com o remédio.

      A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) informou que ainda vai analisar as compilações dos estudos, publicadas no ‘Journal of the American Medical Association’ (Jama), antes de cogitar uma eventual retirada dos remédios do mercado. Enquanto isso, a agência recomenda que pacientes que tiveram os medicamentos prescritos continuem o tratamento normalmente, lembrando que os órgãos internacionais que regulam remédios também não fizeram qualquer proibição exatamente porque ainda estão estudando o caso.

      O levantamento, de autoria de Patricia McGettigan, da Universidade de Newcastle, em Nova Gales do Sul, na Austrália, também foi tema de matéria na revista científica ‘Nature’. Ela analisou 23 estudos, que envolveram 1,6 milhão de pessoas, e alertou que o uso do diclofenaco pode representar riscos cardiovasculares tão perigosos quanto os do antiinflamatório Vioxx, retirado do mercado há dois anos. Oficial da FDA, órgão norte-americano que regula medicamentos, David Graham recomendou no editorial do Jama que os consumidores troquem o diclofenaco, também comercializado em versão genérica no Brasil, pelo similar naproxeno.
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    • Acordos para fabricantes de drogas europeus
      Fabricantes de remédios da Europa Central apresentaram dois acordos para diminuir a pressão - cada vez maior sob essas empresas- de se permanecer competitivo com os titãs da indústria.
      As empresas farmacêuticas do Centro Europeu encontraram dificuldades para competir com gigantes, como a Pfizer Inc. e a GlaxoSmithKline PLC - que tem mais dinheiro para pesquisas e dominam as vendas.
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      População aprova a venda de medicamentos fracionados
      Pesquisa revela que 86% dos brasileiros apóiam venda fracionada de medicamentos (29/03/2005)

      Pesquisa realizada por meio do Departamento de Ouvidoria do Ministério da Saúde indica que 86% da população brasileira apóiam a venda fracionada de medicamentos. O estudo foi realizado em 276 municípios das cinco regiões do país. Dos 1.406 entrevistados, apenas 14% afirmaram ser contra a medida.
      Entidades médicas, associações de farmacêuticos e representantes da sociedade civil organizada também já se declararam favoráveis à medida. Hoje à tarde, dirigentes de diversas dessas entidades estiveram com o ministro Humberto Costa para demonstrar seu apoio ao projeto.

      O fracionamento de medicamentos foi autorizado pelo decreto presidencial número 5.348. Ele determina que o parcelamento da medicação seja feito exclusivamente por farmacêutico habilitado em local adequado. A ação garante que o consumidor adquira o produto na dose certa, de acordo com a prescrição médica, proporcionando segurança e economia, pois evitará o armazenamento em casa. A medida ainda será regulamentada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que realiza consulta pública até o próximo 3 de abril, para que a sociedade possa opinar sobre as novas regras.

      Entre as instituições recebidas pelo ministro estiveram representantes das federações nacionais dos Farmacêuticos (Fenafar) e de Médicos (Fenam); do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese); de conselhos federal e regionais de Farmácia (CRFs); da Organização Pan-americana de Saúde (Opas); da Associação Brasileira de Farmacêuticos (ABF) e do Sindicato dos Farmacêuticos de São Paulo e do Distrito Federal, entre outros.

      Amostra

      A pesquisa para verificar a opinião da população sobre o fracionamento colheu opiniões junto a maiores de 16 anos, com acesso a telefone fixo, divididos por sexo, idade, grau de instrução e renda familiar. A enquête foi realizada em fevereiro pelo Departamento de Ouvidoria, que é responsável, entre outros serviços, pela manutenção do Disque Saúde (0800 61 1997), que atende à população sobre questões relacionadas ao Sistema Único de Saúde (SUS).

      Na pesquisa, dos entrevistados que se afirmaram a favor da medida do governo federal, a maior aprovação foi registrada entre aqueles cujas famílias ganham entre um e dois salários mínimos (88%), e menor entre os que ganham mais de 20 salários mínimos (74%).

      Homens e mulheres votaram de forma semelhante (83% e 82%, respectivamente) e a medida recebeu aprovação de 79% entre os entrevistados com mais de 50 anos. Pessoas com diferentes níveis de educação também aprovaram a medida (81%, tanto entre os que têm até a quarta série do ensino fundamental quanto entre aqueles com formação universitária).

      Quando questionados se acreditavam que a venda fracionada ou avulsa irá diminuir a automedicação, já que o usuário não precisará estocar mais medicamentos, 57% dos entrevistados responderam que sim, contra 43% que acreditam que a medida não afetará os hábitos de automedicação.

      Os entrevistados se mostraram otimistas com relação à redução de custos para o consumidor: 60% acreditam que os preços dos medicamentos vão cair; 26% acham que vão aumentar; e 14% consideraram que os valores dos medicamentos ficarão no mesmo patamar.

      Fonte: Agência Saúde
      Mais informações
      Assessoria de Imprensa do Ministério da Saúde
      Tel: (61) 315-2784/ 2005/2351
      Fax: (61) 225-7338
      E-mail: imprensa@saude.gov.br


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